Uma mãe procurou a Polícia Civil após denunciar uma suposta agressão contra o filho dentro do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Irmã Firmina Maria, em Maringá. Segundo ela, a situação teria ocorrido no refeitório da unidade e envolvido uma professora.
De acordo com o relato registrado em B.O, a mãe havia ido ao CMEI apenas para assinar um documento e justificar as faltas do filho, após uma viagem realizada pela família. Enquanto permanecia na unidade, porém, ela afirma ter começado a ouvir gritos e fortes batidas em uma mesa vindos do refeitório.
A princípio, Evelyn Batistella, não sabia quem estava gritando e tampouco havia percebido que se tratava de uma professora que trabalhava com seu filho. Incomodada com a situação, decidiu se aproximar para verificar o que estava acontecendo.
Ao conseguir visualizar melhor o interior do refeitório, a mãe afirma ter reconhecido o próprio filho ao lado da profissional. Conforme a denúncia, a professora teria segurado o rosto da criança, falado algo próximo ao ouvido dela e, em seguida, a chacoalhado três vezes com força.
Revoltada, a mãe procurou imediatamente a direção do CMEI. A Guarda Civil Municipal também foi acionada e compareceu à unidade. Um procedimento interno foi realizado e a mãe registrou boletim de ocorrência. Posteriormente, ela também procurou a delegacia da Polícia Civil.
A mãe pede que eventuais imagens das câmeras instaladas no refeitório sejam analisadas para esclarecer o episódio. Ela também solicita que a profissional não mantenha contato com o filho enquanto o caso estiver sendo apurado.
A Prefeitura de Maringá informou que acompanha o caso e que as tratativas estão sendo realizadas com ambas as partes, seguindo os protocolos previstos pelo setor de proteção à criança. O município reforça que a segurança e o bem-estar dos estudantes e dos profissionais da educação são prioridades.
Até o momento, a denúncia apresentada pela mãe constitui uma versão que deverá ser confrontada com os demais elementos da apuração, incluindo eventuais imagens e depoimentos. A direção do estabelecimento de ensino garante que não houve nenhuma agressão contra a criança.
André Almenara












