A Justiça acatou o pedido do Ministério Público e converteu em preventiva a prisão em flagrante de João Vitor Domingues Romero, de 25 anos, acusado de matar a companheira, Gássi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, em Maringá.
O advogado, que atuava como assessor jurídico da Prefeitura de Marialva, permanece internado no Hospital Universitário de Maringá. Ele está hospitalizado desde sábado, 5, quando foi localizado apresentando cerca de dez ferimentos provocados por faca pelo corpo.
João Vitor havia sido autuado em flagrante pelo delegado Adriano Garcia, da Polícia Civil. Posteriormente, o Ministério Público se manifestou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva. O pedido foi acolhido pela Justiça.
A audiência de custódia do advogado está marcada para terça-feira, às 15 horas. Até lá, ele permanece internado no Hospital Universitário de Maringá. João Vitor é acusado de matar a facadas Gássi Paola, mãe de seu filho, uma criança de apenas oito meses.
A médica foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, na Avenida Itororó, em Maringá. Equipes de emergência foram mobilizadas, mas a vítima não resistiu aos ferimentos. Após o crime, João Vitor deixou Maringá.
Cerca de uma hora e meia depois, ele foi localizado em Mandaguari apresentando diversos ferimentos provocados por faca. Com a conversão da prisão em flagrante em preventiva, João Vitor permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer o crime.
André Almenara













