O caso que ganhou repercussão em outubro do ano passado teve uma reviravolta quase sete meses depois. A Justiça arquivou a denúncia contra uma conselheira tutelar de Maringá que havia sido acusada de agredir uma adolescente, à época com 14 anos, e uma amiga.
Na ocasião, as adolescentes afirmaram que teriam sido agredidas pela conselheira. O caso repercutiu após a divulgação de imagens que mostravam marcas espalhadas pelo corpo de uma das meninas. A defesa apresentou diversas provas, incluindo vídeos, além do depoimento de mais de 10 testemunhas.
Com base nos elementos apresentados, o juiz de direito decidiu pelo arquivamento da denúncia por falta de justa causa, ou seja, por entender que não havia motivos suficientes para processar a conselheira. Segundo a defesa, as duas menores teriam ido até a casa da filha da conselheira, com quem estudavam.
No local, ocorreu uma briga entre elas. Os advogados afirmam que a conselheira não participou das agressões e também não incentivou o ocorrido. Com a decisão judicial, a conselheira agora busca reparação.
A defesa informou que já ingressou com ações contra as mães das adolescentes por danos morais e denúncia caluniosa. Também estão sendo preparadas medidas na esfera criminal. Os advogados afirmam que as acusações causaram forte abalo emocional e profissional à conselheira.
André Almenara















