Um médico ortopedista é procurado pela polícia após ser acusado de um grave episódio de violência contra a ex-mulher, ocorrido nesta semana, na última segunda-feira, 16, em Maringá. O homem perseguiu a vítima pelas ruas da cidade, cercou o veículo em que ela estava e, em seguida, ateou fogo.
No momento do ataque, a mulher estava acompanhada do próprio filho, que conseguiu registrar praticamente toda a ação utilizando um telefone celular. As imagens devem auxiliar nas investigações conduzidas pela polícia.
A vítima já havia registrado 35 boletins de ocorrência contra o ex-companheiro, relatando episódios anteriores de ameaças, perseguições e violência. Diante da gravidade do caso mais recente, a Delegacia da Mulher solicitou à Justiça um mandado de prisão preventiva contra o suspeito, que foi autorizado.
O investigado foi identificado como Daniel Fernandes Moura Júnior, de 38 anos, que atualmente está foragido. Investigadores da Polícia Civil realizaram diligências nos dois últimos dias, mas até o momento ele não foi localizado.
Este não é o primeiro envolvimento do médico com ocorrências policiais. Em 2018, ele foi preso em flagrante após ser flagrado comprando drogas em uma boca de fumo, também em Maringá. Daniel trabalhava na UPA da cidade de Sarandi.
Conforme o registro policial, ele foi encontrado com 10 pedras de crack e teria se ausentado do local de trabalho para adquirir o entorpecente. Agora, com o novo episódio de violência, o médico passa a ser oficialmente procurado pela Justiça, enquanto a polícia segue em buscas para cumprir o mandado.
André Almenara














