A empregada doméstica Alzira Batista, de 69 anos, foi encontrada morta dentro da piscina de uma residência na tarde de quinta-feira, 3, na Rua Irmã Isabel Padiema, no Jardim Liberdade, em Maringá. O caso é investigado pela Polícia Civil e, inicialmente, tratado como um possível acidente de trabalho.
Segundo as informações apuradas, Alzira foi localizada por um dos moradores da residência onde trabalhava. O homem havia saído de casa e, quando retornou, percebeu que a funcionária não estava no interior do imóvel.
Ao seguir para a área externa da residência para fumar um cigarro, o morador encontrou Alzira dentro da piscina. Ele imediatamente retirou a mulher da água e iniciou manobras de reanimação, realizando massagem cardíaca enquanto o socorro era acionado.
Equipes do Samu foram deslocadas para o endereço. Apesar da tentativa inicial de socorro, na chegada da equipe médica, o óbito da trabalhadora foi constatado pelo médico intervencionista. A Polícia Militar e a Polícia Civil também estiveram no local.
A área foi isolada para o trabalho da perícia, que deverá auxiliar na identificação das circunstâncias que levaram à morte. A piscina onde Alzira foi encontrada possui aproximadamente um metro de profundidade.
Uma das principais hipóteses levantadas inicialmente é de que a doméstica estivesse realizando um serviço utilizando uma escada, tenha sofrido uma queda, batido a cabeça e caído dentro da piscina, sem conseguir sair da água.
A dinâmica, no entanto, ainda precisa ser confirmada. A Polícia Civil investiga como ocorreu a possível queda e qual foi a causa efetiva da morte de Alzira Batista. O caso, neste primeiro momento, é tratado como um possível acidente de trabalho. Não há indício de crime.
André Almenara












