Uma idosa morreu após ser atropelada por um veículo utilitário na tarde da última quinta-feira, 13, na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, na Zona 7, em Maringá. A vítima foi identificada como Galdina Medeiros, de 80 anos, moradora do próprio bairro.
De acordo com as informações apuradas, Galdina havia acabado de sair de um supermercado e caminhava pela calçada carregando duas sacolas. Ao passar em frente ao portão de uma empresa que presta serviços para a Sanepar, ocorreu o atropelamento.
Momentos antes, um caminhão havia deixado o pátio da empresa. Na sequência, enquanto a idosa passava em frente ao acesso, um veículo utilitário conduzido por um funcionário entrou na empresa e atingiu Galdina.
Ao perceber a aproximação do veículo, a idosa ainda teria levantado os braços, assustada, em uma tentativa de chamar a atenção do motorista. No entanto, não houve tempo para evitar o atropelamento. Com o impacto e a queda, Galdina bateu a cabeça contra o chão e ficou gravemente ferida.
Uma equipe do Siate foi acionada para prestar atendimento. Ao constatar a gravidade do quadro, os socorristas solicitaram apoio da equipe médica do Samu. A médica intervencionista e os socorristas realizaram procedimentos de emergência, incluindo intubação e manobras de reanimação.
Após alguns minutos, os profissionais conseguiram restabelecer os batimentos cardíacos da paciente. Galdina foi estabilizada e encaminhada em estado gravíssimo ao pronto-socorro do Hospital Santa Rita, em Maringá.
Já na unidade hospitalar, a idosa sofreu uma nova parada cardiorrespiratória. A equipe médica iniciou novamente as manobras de reanimação, mas, apesar dos esforços, a paciente não resistiu e morreu. Galdina Medeiros morava na Zona 7, a pouca distância do local onde ocorreu o atropelamento.
Galdina residia com o filho. No momento do acidente, ele estava em Curitiba a trabalho e recebeu a notícia da morte da mãe somente no início da noite. Em contato com o site, o filho lamentou profundamente a perda e afirmou que pretende buscar esclarecimentos e responsabilização.
Na avaliação dele, o caso não deve ser tratado simplesmente como uma fatalidade. Abalado, ele questionou como o motorista não teria percebido a presença da mãe caminhando pela calçada antes de realizar a manobra de acesso à empresa.
André Almenara












