A família de Roseli Dias Paião, de 65 anos, pede justiça após a morte da idosa, registrada no mês de setembro de 2026. Ela havia sido vítima de um grave atropelamento ocorrido no dia 1º de agosto de 2025, na Rua Vaz Caminha, no Jardim Panorama, em Sarandi.
Na ocasião, dona Roseli retornava da igreja acompanhada de uma amiga quando foi atingida por uma motocicleta Honda Titan. Segundo as informações, a idosa caminhava pela rua, próximo à calçada, quando acabou sendo atropelada.
O impacto foi extremamente violento. Roseli sofreu traumatismo craniano grave e entrou em parada cardiorrespiratória ainda no local do acidente. Equipes do Samu foram acionadas e iniciaram imediatamente as manobras de reanimação cardiopulmonar.
Durante aproximadamente 25 minutos, os socorristas trabalharam para tentar salvar a vida da vítima. Após os procedimentos, a equipe médica conseguiu reverter a parada cardíaca. Roseli foi estabilizada e encaminhada em estado gravíssimo ao Hospital Santa Casa de Maringá.
A idosa permaneceu internada por quase 40 dias. Durante esse período, apresentou sinais de recuperação, embora seu quadro clínico ainda fosse considerado delicado. Posteriormente, ela recebeu alta hospitalar e retornou para casa, onde passou a receber os cuidados dos familiares.
Entretanto, segundo a família, Roseli permaneceu com graves sequelas e acabou ficando em estado vegetativo. No mês de setembro deste ano, a idosa morreu enquanto dormia. Familiares perceberam que ela não acordava e, ao verificarem seu estado, constataram que estava sem sinais vitais.
A morte causou profunda tristeza entre parentes e pessoas próximas, principalmente pelas circunstâncias do atropelamento e pelo longo período de sofrimento enfrentado pela vítima. Os familiares de Roseli cobram justiça e esclarecimentos sobre a responsabilização do motociclista envolvido no atropelamento.
Segundo relatos da família, o condutor da Honda Titan não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na época do acidente. Os parentes esperam que as autoridades apurem as circunstâncias do atropelamento e verifiquem a eventual responsabilidade criminal do motociclista.