Policial

Com três mandados de prisão, foragido investigado por crime sexual em Maringá é localizado em Minas Gerais

Suspeito era investigado pela Delegacia da Mulher de Maringá por ameaça e tentativa de estupro e tinha três mandados de prisão em aberto.

Um homem de 51 anos, procurado pela Justiça e investigado por crimes de violência doméstica, ameaça e tentativa de estupro ocorridos em Maringá, foi preso durante uma ação integrada das forças de segurança em Uberaba, Minas Gerais.

Nilson da Silva, conhecido pelos apelidos de “Zangão Preto”, “Simintinha de Bucha” e “Bola”, foi localizado em um sítio situado no Distrito Industrial III de Uberaba. A prisão foi resultado de um trabalho conjunto da  Delegacia da Mulher de Maringá, Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e Polícia Federal (PF).

De acordo com a Polícia Civil, Nilson era investigado em um inquérito instaurado pela Delegacia da Mulher de Maringá para apurar crimes de ameaça e tentativa de estupro. Conforme a investigação, ele teria realizado reiteradas ameaças por telefone contra a ex-companheira.

Durante as diligências, os investigadores descobriram ainda uma estratégia que, segundo a polícia, era utilizada pelo suspeito para dificultar sua identificação e escapar das ordens judiciais. Nilson utilizaria os dados pessoais do próprio irmão gêmeo para esconder sua verdadeira identidade.

A tentativa de enganar a polícia teria se repetido no momento da captura. Durante a abordagem no imóvel rural em Uberaba, o homem teria se apresentado aos policiais utilizando o nome do irmão. Após uma checagem detalhada nos sistemas de inteligência, as equipes confirmaram seu verdadeiro nome. 

Contra Nilson havia três mandados de prisão em aberto. Um deles havia sido expedido pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Maringá, relacionado às investigações conduzidas pela PCPR. Os outros dois eram da Vara de Execuções Criminais e da 1ª Vara Criminal de Uberaba.

A Polícia Civil de Maringá destacou que a prisão encerrou o período em que o investigado permanecia foragido e utilizando, segundo as investigações, uma falsa identidade para tentar evitar o cumprimento das decisões judiciais.


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