Policial

Polícia encontra arquivos de abuso sexual infantil em celular e prende homem em Maringá

Investigação começou após denúncia de um homem que conheceu o suspeito por aplicativo de relacionamento; polícia também apura possíveis episódios de violência contra crianças.

O Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) de Maringá prendeu um homem de 38 anos investigado por armazenar material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.

A prisão ocorreu após uma investigação que também levantou suspeitas sobre possíveis episódios de violência contra crianças. A investigação começou depois que o Nucria recebeu informações de um homem que afirmou ter conhecido o investigado por um aplicativo de relacionamento.

Segundo o relato, ao ir até a residência do suspeito, ele teria encontrado materiais ilícitos envolvendo crianças e adolescentes. O denunciante também informou à polícia que o investigado teria produzido um vídeo envolvendo ele e estaria utilizando as imagens para extorqui-lo.

A partir das informações, os policiais realizaram diligências e conseguiram localizar o suspeito. Durante a ação na residência, os investigadores encontraram no celular do homem diversos arquivos com conteúdo de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. 

Diante do material localizado, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil. Ainda conforme a polícia, durante as apurações surgiram informações de que o investigado também poderia estar envolvido em episódios de violência praticados contra crianças.

Entre os possíveis casos estão o de uma criança que mora no mesmo condomínio do suspeito e o de outra com quem ele possui vínculo familiar. Essas denúncias ainda serão investigadas pelo Nucria para esclarecer as circunstâncias e verificar eventual participação do suspeito em outros crimes.

O aparelho celular e outros objetos apreendidos na residência serão submetidos à perícia e poderão auxiliar no aprofundamento das investigações. O homem permanece preso à disposição da Justiça. O nome do investigado não foi revelado pelo Nucria.


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