Policial

Suspeito de furtar fiação e celular é socorrido após ser esfaqueado em Maringá

Moradores denunciam suspeito por furtos de fiação e furto de celular em obra

Na tarde desta segunda-feira, 25, equipes da Polícia Militar e do Samu foram acionadas para atender uma ocorrência de ferimento por arma branca no Jardim Oriental, em Maringá. O caso aconteceu na Rua Pioneiros Georges Anis El Khouri e mobilizou inclusive uma equipe médica intervencionista do Samu.

Segundo as informações apuradas no local, um homem ferido por faca havia invadido uma residência pedindo socorro. Quando os policiais militares e os socorristas chegaram, encontraram Clayton de Freitas, de 37 anos, bastante ensanguentado devido a um ferimento no braço provocado por um golpe de faca.

Mesmo ferido, Clayton falou pouco sobre o ocorrido. Ele apenas relatou que estaria sendo perseguido e agredido por três ou quatro homens. Ainda conforme as informações levantadas, para conseguir ajuda, ele acabou arrombando o portão de uma residência e entrou no imóvel.

A casa invadida seria o local onde a esposa do homem trabalha como diarista. Os moradores se assustaram com a situação e acionaram imediatamente os serviços de emergência. Após receber os primeiros atendimentos no local, Clayton foi encaminhado pela equipe do Samu até a UPA Zona Norte.

A Polícia Militar recebeu poucas informações sobre a motivação do ataque e realizou buscas pela região, porém nenhum suspeito foi localizado.

Horas depois da ocorrência, o site recebeu diversas denúncias de moradores do Jardim Oriental apontando Clayton de Freitas como suspeito de vários furtos de fiação registrados no bairro nos últimos meses. 

Além disso, ele também é apontado como suspeito de ter furtado um aparelho celular de dentro de uma obra em construção no bairro. Conforme o relato recebido, o dono do telefone faz tratamento contra o câncer. 

O suspeito teria chegado ao local perguntando sobre vaga de emprego e, em um momento de descuido, aproveitou para pegar o aparelho e fugir. As denúncias agora deverão ser apuradas pelas autoridades policiais caso algum morador ou a própria vítima relatar os fatos em boletim.


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