Incêndio

Barracão destruído por incêndio em Maringá é demolido quase dois meses após tragédia

Durante a demolição da estrutura que pegou fogo, o empresário do ramo de autopeças ficou emocionado ao ver o sonho de sua empresa

Foi demolido na manhã desta terça-feira (10) o barracão que pegou fogo no dia 17 de dezembro de 2025, em Maringá, e que abrigava uma empresa distribuidora de autopeças para caminhões. O incêndio causou um prejuízo estimado em cerca de R$ 40 milhões, um dos maiores registrados no setor.

As chamas consumiram praticamente toda a estrutura do imóvel e um grande estoque de mercadorias. Apesar da gravidade do incêndio, ninguém ficou ferido gravemente. O próprio empresário precisou ser socorrido pelo Samu.

Na época do incêndio, uma situação chamou a atenção: a ausência de hidrantes nas proximidades. Segundo relatos, se houvesse pontos de abastecimento de água no local, as pessoas que estavam no barracão poderiam ter tentado conter as chamas logo no início, o que talvez evitasse a destruição.

Com a demolição, encerra-se um capítulo marcado por perdas materiais e incertezas. No entanto, o empresário proprietário da distribuidora demonstra otimismo e força para recomeçar. Ele já está em processo de negociação para instalar a empresa em outro barracão, em uma nova localidade.

Durante a demolição da estrutura que pegou fogo, o empresário do ramo de autopeças ficou emocionado ao ver o sonho de sua empresa sendo destruído. O local representava anos de trabalho, investimentos e dedicação, o que tornou o momento ainda mais difícil.

Abalado, ele acompanhou de perto a retirada dos escombros, relembrando a trajetória construída ao longo do tempo e a incerteza sobre o futuro do negócio após o incêndio. O objetivo é manter o negócio ativo e reconstruir a empresa.

O empresário destaca que a prioridade é preservar os empregos e manter a folha salarial dos funcionários, garantindo a continuidade do sonho que levou anos para ser construído. Agora, o local onde funcionava a distribuidora ficará vazio.

O site apurou que foram realizadas duas reuniões entre o empresário do ramo de autopeças e o proprietário do barracão, porém não houve acordo entre as partes. As negociações ocorreram na tentativa de resolver o impasse de forma amigável.


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